| II MARCHA NACIONAL DOS VIGILANTES A BRASILIA |
| Cerca de dois mil vigilantes do país reuniram-se nessa terça-feira, em Brasília, para mostrar sua força na defesa dos direitos da categoria, que reivindica a aprovação, pelo Congresso Nacional, dos projetos que tratam do Adicional de Risco de Vida/periculosidade e da aposentadoria especial para a categoria. Também entre as bandeiras dos vigilantes estão a defesa dos direitos trabalhistas contra as empresas caloteiras e a luta contra projetos que precarizam as condições de trabalho da categoria. A mobilização encheu de cores a Esplanada dos Ministérios. Desde cedo, caravanas chegavam de todo os estados e se reuniam na Tenda do Trabalhador, ao lado do Ministério da Agricultura. A cada ônibus que estacionava, uma saudação. Entre os mais animados, o presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), José Boaventura, que dava boas vindas às caravanas e o diretor da CNTV e do Sindicato do DF, Chico Vigilante. Os deputados federais Paulo Pimenta, Eduardo Valverde e Geraldo Magela e distrital Érika Kokay também estiveram presentes na recepção. Todos se colocaram a favor das reivindicações da categoria. “Aqui em Brasília as coisas só funcionam com muita mobilização e muita pressão”, anunciou, no início da manhã, o deputado Paulo Pimenta, que enfatizou o direito dos vigilantes ao adicional pelo Risco de Vida. “Outras categorias recebem e correm muito menos risco que vocês”, endossou o parlamentar, que recebeu aplausos dos presentes. Também presente, o deputado Eduardo Valverde lembrou que a luta dos vigilantes não é fácil. “Sabemos do interesse econômico por trás da vigilância; isso é gente que tem cadeira no Congresso Nacional”, explicou. O deputado Geraldo Magela recordou a tramitação, no Congresso Nacional, dos projetos que beneficiam os vigilantes. “O adicional pelo risco à vida é direito de vocês e eu apoio incondicionalmente essa luta”, declarou. Ele lembrou, ainda que “os empresários que resistem são como gatos siameses; todos unidos e iguais”. E acrescentou: “o governo do PT é um governo de trabalhadores mas, infelizmente, o Congresso não é bem assim”. Representante da categoria, Chico Vigilante lembrou a primeira conquista – “o direito de existir como classe, obtido em 1988” e relembrou a história do movimento, que cresce a cada ano e agora defende seu direito ao adicional de 30%. João Soares, do Paraná, lembrou que os vigilantes arriscam a vida na porta dos bancos .”Nós defendemos o patrimônio e não temos sequer o direito a um adicional por colocarmos em risco nossas próprias vidas”, disse, lembrando que parte dos companheiros que trabalham com transporte de valores já obteve o benefício, “mas isso precisa ser garantido para todos”. Feitas as saudações, a Marcha seguiu para o Congresso Nacional e coloriu o gramado. Uma caravana, capitaneada por Boaventura e Chico Vigilante seguiu até a Primeira Vice-Presidência da Câmara, onde reuniu-se com o deputado Marco Maia (veja matéria abaixo) |
| Fonte: Assessoria de Imprensa/ CNTV |
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Vigilantes pedem agilidade em votação de adicional de periculosidade
Vigilantes pedem agilidade em votação de adicional de periculosidade O Deputado Eduardo Valverde (PT/RO) e os representantes da Confederação Nacional dos Vigilantes e de Federações e Sindicatos da categoria reuniram-se nesta terça-feira (20) com o 1ª Vice-Presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT/RS) para tratarem do Projeto de Lei 4436/08, oriundo do Senado Federal que dispõe sobre o salário adicional de periculosidade para os vigilantes e empregados em transporte de valores.
Esse projeto, em tramitação na Comissão do Trabalho da Câmara, está apensado a outras proposições, mas a categoria pede que o PL seja desanexado e tramite isoladamente.
De acordo com o deputado Valverde, que também é autor do PL 4305/04 que visa regulamentar a profissão de agente de segurança privada e prevê adicional de 30% à remuneração contratada a título de adicional de risco de vida, como há na Câmara mais de cem proposições tratando sobre vigilantes, a melhor maneira de garantir agilidade à votação do adicional é por fazer com que o PL 4436/08 tramite separadamente.
Valverde lembrou da importância dos serviços prestados por esses profissionais que são mais de 1 milhão e 700 mil em todo o País.
Os vigilantes também solicitam agilidade na votação do Projeto de Lei 39/1999. O PL, denominado Estatuto Profissional dos Vigilantes, está há três anos pronto para ser votado em plenário. "Enquanto o Parlamento não coloca em votação os projetos, todos os dias continuam os profissionais em vigilância morrendo nos postos de serviço," afirma o Presidente da CNTV, José Boaventura Santos.
Para Marco Maia, a luta dos vigilantes é nobre. "Meu pai foi vigilante. Morreu em 1988, dois anos antes de se aposentar. E há muito tempo esses profissionais lutam por melhores condições de trabalho, como aposentadoria especial e pagamento de adicional por risco de vida. Como Vice-Presidente da Câmara, vou trabalhar para agilizar o andamento destes projetos de lei", disse.
Marcha dos Vigilantes_ Pela manhã do deputado Eduardo Valverde também da II Marcha Nacional dos Vigilantes e o Dia Nacional de Luta dos Vigilantes – Vida, Emprego e Cidadania.
Esse projeto, em tramitação na Comissão do Trabalho da Câmara, está apensado a outras proposições, mas a categoria pede que o PL seja desanexado e tramite isoladamente.
De acordo com o deputado Valverde, que também é autor do PL 4305/04 que visa regulamentar a profissão de agente de segurança privada e prevê adicional de 30% à remuneração contratada a título de adicional de risco de vida, como há na Câmara mais de cem proposições tratando sobre vigilantes, a melhor maneira de garantir agilidade à votação do adicional é por fazer com que o PL 4436/08 tramite separadamente.
Valverde lembrou da importância dos serviços prestados por esses profissionais que são mais de 1 milhão e 700 mil em todo o País.
Os vigilantes também solicitam agilidade na votação do Projeto de Lei 39/1999. O PL, denominado Estatuto Profissional dos Vigilantes, está há três anos pronto para ser votado em plenário. "Enquanto o Parlamento não coloca em votação os projetos, todos os dias continuam os profissionais em vigilância morrendo nos postos de serviço," afirma o Presidente da CNTV, José Boaventura Santos.
Para Marco Maia, a luta dos vigilantes é nobre. "Meu pai foi vigilante. Morreu em 1988, dois anos antes de se aposentar. E há muito tempo esses profissionais lutam por melhores condições de trabalho, como aposentadoria especial e pagamento de adicional por risco de vida. Como Vice-Presidente da Câmara, vou trabalhar para agilizar o andamento destes projetos de lei", disse.
Marcha dos Vigilantes_ Pela manhã do deputado Eduardo Valverde também da II Marcha Nacional dos Vigilantes e o Dia Nacional de Luta dos Vigilantes – Vida, Emprego e Cidadania.
FONTE ABSO
| 22 de outubro de 2009 |
| Trabalho e Emprego |
| Parlamentares garantem apoio às reivindicações dos vigilantes |
| Mais de quinhentos vigilantes lotaram o Auditório Petrônio Portella do Senado Federal na última terça-feira (20) para demonstrar a disposição dos trabalhadores de lutar pela aprovação, no Congresso Nacional, dos projetos que beneficiam a categoria. O grupo passou a tarde explicando a deputados e senadores a importância da concessão do adicional de 30% referente ao risco de vida a que a profissão é submetida. “Demonstramos o quanto são justas as nossas reivindicações e por que ela nos é devida”, explicou o presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), José Boaventura. O diretor da CNTV e do Sindicato dos Vigilantes do Distrito Federal, Chico Vigilante, que é ex-parlamentar, explicou aos colegas como a pressão da categoria é importante tanto para acelerar a votação dos projetos de lei que tramitam no Congresso tratando do assunto quanto para garantir a aprovação da proposta. “É essencial que nós estejamos aqui para mostrar a nossa força e a lógica dos nossos pedidos”, disse. A movimentação dos vigilantes chamou a atenção de diversos parlamentares. Entre eles o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que se comprometeu a agilizar a votação das propostas quando elas chegarem ao plenário da Casa. Além do adicional de 30%, os trabalhadores em vigilância pedem a aprovação dos projetos que garantem a aposentadoria especial para a categoria , a defesa dos direitos dos trabalhadores contra empresas caloteiras e a rejeição das propostas que precarizam as condições de trabalho. Confira abaixo os parlamentares que compareceram ao encontro e se comprometeram a defender os direitos dos vigilantes: Senadores: - José Sarney (PMDB-AP) -Serys Slhessarenko (PT-MT) -Fátima Cleide (PT-RO) Deputados: - Jô Moraes (PCdoB- MG) -Chico Lopes (PCdoB- CE) -Fátima Bezerra (PT-RN) -Eduardo da Fonte (PP-PE) - Rubens Otoni (PT-GO) -Eduardo Valverde (PT-RO) -Geraldo Magela (PT-DF) -Paulo Pimenta (PT-RS) -Janete Capiberibe (PSB-AP) - Paulo Rocha (PT-PA) - Elizeu Aguiar (PTB-PI) - Antônio Carlos Chamariz (PTB-AL) - André Vargas (PT-PR) |
| Fonte: Assessoria de Imprensa/ CNTV |
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
| 21 de outubro de 2009 Marcha dos Vigilantes mobiliza a Esplanada Cerca de dois mil vigilantes do país reuniram-se nessa terça-feira, em Brasília, para mostrar sua força na defesa dos direitos da categoria, que reivindica a aprovação, pelo Congresso Nacional, dos projetos que tratam do Adicional de Risco de Vida/periculosidade e da aposentadoria especial para a categoria. Também entre as bandeiras dos vigilantes estão a defesa dos direitos trabalhistas contra as empresas caloteiras e a luta contra projetos que precarizam as condições de trabalho da categoria. A mobilização encheu de cores a Esplanada dos Ministérios. Desde cedo, caravanas chegavam de todo os estados e se reuniam na Tenda do Trabalhador, ao lado do Ministério da Agricultura. A cada ônibus que estacionava, uma saudação. Entre os mais animados, o presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), José Boaventura, que dava boas vindas às caravanas e o diretor da CNTV e do Sindicato do DF, Chico Vigilante. Os deputados federais Paulo Pimenta, Eduardo Valverde e Geraldo Magela e distrital Érika Kokay também estiveram presentes na recepção. Todos se colocaram a favor das reivindicações da categoria. “Aqui em Brasília as coisas só funcionam com muita mobilização e muita pressão”, anunciou, no início da manhã, o deputado Paulo Pimenta, que enfatizou o direito dos vigilantes ao adicional pelo Risco de Vida. “Outras categorias recebem e correm muito menos risco que vocês”, endossou o parlamentar, que recebeu aplausos dos presentes. Também presente, o deputado Eduardo Valverde lembrou que a luta dos vigilantes não é fácil. “Sabemos do interesse econômico por trás da vigilância; isso é gente que tem cadeira no Congresso Nacional”, explicou. O deputado Geraldo Magela recordou a tramitação, no Congresso Nacional, dos projetos que beneficiam os vigilantes. “O adicional pelo risco à vida é direito de vocês e eu apoio incondicionalmente essa luta”, declarou. Ele lembrou, ainda que “os empresários que resistem são como gatos siameses; todos unidos e iguais”. E acrescentou: “o governo do PT é um governo de trabalhadores mas, infelizmente, o Congresso não é bem assim”. Representante da categoria, Chico Vigilante lembrou a primeira conquista – “o direito de existir como classe, obtido em 1988” e relembrou a história do movimento, que cresce a cada ano e agora defende seu direito ao adicional de 30%. João Soares, do Paraná, lembrou que os vigilantes arriscam a vida na porta dos bancos .”Nós defendemos o patrimônio e não temos sequer o direito a um adicional por colocarmos em risco nossas próprias vidas”, disse, lembrando que parte dos companheiros que trabalham com transporte de valores já obteve o benefício, “mas isso precisa ser garantido para todos”. Feitas as saudações, a Marcha seguiu para o Congresso Nacional e coloriu o gramado. Uma caravana, capitaneada por Boaventura e Chico Vigilante seguiu até a Primeira Vice-Presidência da Câmara, onde reuniu-se com o deputado Marco Maia (veja matéria abaixo) |
| Fonte: Assessoria de Imprensa/ CNTV |
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