terça-feira, 3 de abril de 2012

                    ACORDO COLETIVO DOS VIGILANTES 2012/2013                                

Presidente Maximino Costa

Em assembléia geral os trabalhadores vigilantes aprovaram e autorizaram o sindicato a assinar o Acordo Coletivo de Trabalho. A categoria teve aumento salarial de 9.5% no piso da categoria que passou dos atuais R$ 822, 89 para R$ 901,06 no salário base. A negociação foi difícil, mas no final a categoria saudou o reajuste com positivo.

Outras vantagens garantidas na negociação salarial foram às seguintes: o reajuste no prêmio de assiduidade passou dos atuais 4% para 6 %. O vale alimentação de R$ 10,00 por dia trabalhado foi para R$ 11,00. Em relação ao risco de vida permanece o índice de 10% sobre o salário base.

Para os atendentes e monitoramento de alarmes permanece os 10% de gratificação sobre o salário base. Em 2012 a remuneração dos vigilantes de Santa Catarina (Salário base, Risco de vida e Assiduidade) aumentou 11,60%. O ganho real foi de 5,68% em relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC-IBGE) do período (que foi de 5,63%), o vale alimentação, por sua vez, foi reajustado em 10%, segundo dados do Dieese

O total da remuneração do período, que leva em conta a remuneração mais o vale alimentação foi reajustado em 11,30% em fevereiro, o que significa um ganho real em relação à inflação do período de 5,34%. Este resultado econômico foi bastante significativo, visto que no atual momento as categorias vêm conseguindo, em média, cerca de 1,5 % de ganho real em suas negociações coletivas.

Também em reunião realizada em Florianópolis ficou definido que os Vigilantes que vão trabalhar nas penitenciárias e Presídios no Estado de Santa Catariana terão um acréscimo de gratificação de 12% sob o Salário Base da Categoria o que acresce o salário em R$ 110,00 reais).

Att, Maximino Costa
Presidente

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TABELA SALARIAL 2012/2013



sexta-feira, 16 de março de 2012

                                               VIGILANTES DE BANCO                                                

Não podem trabalhar sozinhos diz documento!



A Federação Estadual dos Vigilantes entregou nesta quinta-feira,um documento à Polícia Federal reiterando uma rigorosa fiscalização nas agências que estariam descumprindo a legislação do plano de segurança bancária, sob pena de interdição do banco. Segundo o presidente da federação, Fernando Bandeira, agências bancárias não podem prestar serviços com apenas um vigilante, colocando em risco a segurança dos clientes e funcionários.

De acordo com o vice-presidente do Sindicato do Rio, Antônio Carlos de Oliveira, a greve da categoria atingiu, até ontem, cerca de 70% do efetivo na capital e mais de 80% no interior fluminense. Em todo o Estado são 50 mil vigilantes, sendo 35 mil só na capital. Hoje, mais de 500 vigilantes percorreram o Centro da cidade e a Zona Oeste convocando a categoria a aderir à greve geral.

“Estamos percorrendo todos os postos, agências bancárias e empresas privadas no município do Rio para chamar a categoria a participar do movimento, sem desanimar. Todos os que estão aqui são heróis”, ressaltou Antônio Carlos. Ainda de acordo com ele, os vigilantes que forem punidos pelas empresas terão assistência jurídica do sindicato.

A categoria reivindica 10% de reajuste salarial, tíquete refeição de R$ 16,50 e os 22% restantes de Risco de Vida (de um total de 30%), divididos em 2 parcelas de 11%, além de plano de saúde para trabalhadores e dependentes. A greve continua nos próximos dias até que o Sindicato Patronal reabra as negociações com os 15 sindicatos de vigilantes distribuídos por todo o Estado do Rio de Janeiro.


A Coordenadoria Geral de Controle de Segurança Privada da Polícia Federal, em Brasília, emitiu parecer determinando que as agências bancárias cujos vigilantes estão em greve no Rio, desde a última segunda-feira, só poderão funcionar se tiverem o número de vigilantes suficientes previstos no plano de segurança bancária, conforme estabelece a portaria nº 133 da Diretoria Geral do órgão – baseada na Lei Federal 7.102/83.

O parecer contraria liminar da desembargadora Mery Bucker Caminha, do TRT/RJ, concedida ao Sindicato das Empresas de Segurança do Rio, determinando que uma agência bancária pode funcionar com apenas um vigilante.

Fonte: O Fluminense - Niterói 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

             Vigilantes da CEF não recebem e fazem greve a partir de sexta           


Em meio a roubos em caixas eletrônicos nos bancos de Uberaba, a falta de pagamento pode motivar a paralisação de vigilantes das agências da Caixa Econômica Federal da região. Cerca de 90 funcionários ainda não receberam o salário referente ao mês de novembro e o 13º salário, que deveria ter sido pago até esta terça-feira.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Uberaba e da região do Vale do Rio Grande, Ricardo Teixeira, empresa terceirizada responsável pelo serviço não efetuou o pagamento dos vigilantes que trabalham nas agências da Caixa Econômica Federal.

Para resguardar o salário destes funcionários junto à CEF, os gerentes já foram informados de que se os vigilantes não receberem os salários até quinta-feira, no dia seguinte será iniciada a paralisação das atividades de vigilância, por tempo indeterminado, até que ocorra o pagamento, em torno de R$120 mil no total.

Segundo Teixeira, o movimento terá início em Uberaba, mas se estenderá a todas as cidades do Triângulo Mineiro e Vale do Rio Grande, envolvendo 90 funcionários.

                 Sindicato dos Vigilantes de Curitiba alerta sobre greve                  

Alguns órgãos públicos e o Banco do Brasil, cujos serviços de segurança são prestados pela empresa Lynx, podem ser afetados e até sofrer paralisações a partir desta sexta-feira (16).

De acordo com o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e região, João Soares, mais de 80% da organização - em torno de 2100 funcionários - estão sem receber o salário referente ao mês de novembro e a primeira parcela do 13º, que deveria ter sido paga no último dia 12. Além disso, os pagamentos estariam sendo atrasados nos últimos quatro meses.

“A partir de amanhã haverá dificuldade no Banco do Brasil, onde a Lynx presta serviço, porque o banco não pode abrir se não tiver vigilante. A tendência é que aumente o volume de pessoas paradas conforme os dias vão passando”, afirma Soares.

De acordo com ele, outros serviços que podem ser afetados são: Correios, Celepar, INSS, Tribunal de Justiça, Tecpar, Detran-PR e DER-PR.

Na assembleia realizada nessa quarta-feira (14) em várias cidades do estado, os funcionários decidiram e autorizam o sindicato a entrar com medidas judiciais para bloquear o faturamento da empresa. “Como é algo urgente, esperamos que a Justiça do Trabalho possa conceder o mais rápido possível”, diz o presidente.

Para ele, as empresas quem podem ser prejudicadas têm a principal parcela de culpa pela atual situação dos funcionários. “Os grandes responsáveis por isso são os contratantes, pois não fiscalizam se as empresas estão pagando os salários e recolhendo os encargos sociais dos trabalhadores”, explica.

Manifestação - Na manhã desta quinta-feira (15), parte dos funcionários se reuniu em frente à sede da empresa, localizada na Rua México, bairro Bacacheri, em uma mobilização para reivindicar a regularização dos salários.

A empresa disse que por enquanto não se pronunciará sobre o assunto.